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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

AVIÕES DE GUERRA AVIÕES DA MORTE



Não sei o que dizer
Depois de um bombardeio
Não sei o que dizer

Só vejo pessoas mortas
E crianças a chorar

Arnoldo Pimentel

6 comentários:

  1. Limerique

    Asas de prata pejadas de fogo
    Disputam cidades como num jogo
    Repetem Guernica
    Onde nada fica
    Em nome de político demagogo.

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  2. Que tanka necessária. Meu abraço!

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  3. Não há palavras para a guerra, ela é a destruição do corpo e da alma.
    Beijinhos
    Maria

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  4. Limerique

    Aquele bando de aves de guerra
    Arrasa tudo que existe na terra
    Do alto no espaço
    Põe seus ovos de aço
    E a humanidade embaixo se ferra.

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  5. É o silêncio que faz do que de desfez.
    Muito belo e sensível, Arnoldo.
    Beijos!

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